Diferente de seu antecessor, este título trouxe mudanças significativas na jogabilidade, adotando uma perspectiva lateral durante as fases de ação e combate, além de manter uma visão aérea no mapa-múndi. Essa mescla de estilos destacou o jogo como um experimento ousado da Nintendo, marcando uma evolução na tentativa de expandir o universo de Hyrule.
Na trama, Link precisa acordar a princesa Zelda de um sono mágico causado por um feitiço ancestral. Para isso, ele deve restaurar cristais mágicos em seis palácios espalhados por Hyrule, enfrentando perigosas criaturas e superando labirintos desafiadores. O jogo introduz elementos de RPG, como pontos de experiência, níveis de ataque, magia e vida, além de uma progressão mais complexa com habilidades e feitiços que podem ser adquiridos ao longo da jornada. Também foi o primeiro da franquia a ter um sistema de aprendizado de técnicas com mestres espalhados pelas vilas.
The Legend of Zelda II The Adventure of Link permanece até hoje como uma das experiências mais distintas dentro da franquia The Legend of Zelda.











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