Ambientado em um futuro distópico, o jogo retrata um mundo onde o governo foi substituído por uma corporação autoritária conhecida apenas como “The Corporation”, que governa com mão de ferro, suprimindo liberdades civis e instaurando uma espécie de regime totalitário.
O enredo gira em torno de um grupo rebelde chamado “Freedom”, que luta para derrubar o controle opressor da Corporação. O jogador assume o papel de um dos cinco personagens disponíveis, cada um com habilidades distintas, e participa de missões voltadas para sabotar operações corporativas, libertar civis e causar o máximo de caos possível como forma de resistência.
O jogo se destaca por sua ambientação urbana caótica, com combates intensos em meio a multidões, onde o jogador enfrenta tanto forças de segurança da Corporação quanto gangues rivais. A jogabilidade é marcada por um ritmo frenético, uso de armas variadas e ambientes destrutíveis, além de permitir ao jogador interagir com o cenário de forma livre e violenta.
Visualmente, State of Emergency apresenta gráficos estilizados e exagerados, com personagens caricatos e cenários urbanos inspirados em grandes centros comerciais. Apesar de sua proposta ousada e crítica social implícita, o jogo foi alvo de controvérsias devido ao alto nível de violência e à sua representação caótica de revoltas civis. Ainda assim, tornou-se um título cult, lembrado por sua abordagem radical e pela liberdade caótica que oferecia ao jogador.











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