Cansado da violência e dos conflitos intermináveis do seu país, Zohan finge a própria morte durante uma missão e decide começar uma nova vida em Nova Iorque, onde pretende realizar o seu verdadeiro sonho: tornar-se cabeleireiro.
Ao chegar aos Estados Unidos, Zohan tenta abandonar completamente a sua identidade de guerreiro e, sob um novo nome, começa a trabalhar num salão de beleza pertencente a uma mulher palestiniana, enfrentando o preconceito e os estereótipos com otimismo exagerado e muito humor. Porém, o seu passado volta a assombrá-lo quando antigos inimigos descobrem que ele está vivo. O filme mistura situações ridículas com momentos de crítica social leve, retratando de forma satírica o conflito entre israelitas e palestinianos, sempre com o estilo característico das comédias de Sandler: exagerado, escrachado e recheado de piadas físicas e sexuais.
Com um tom nonsense e caricatural, o filme aposta no contraste entre o absurdo da guerra e o desejo simples de uma vida pacífica, tudo embrulhado num enredo que gira em torno de cortes de cabelo, paixões improváveis e confrontos hilários. É uma comédia que não se leva a sério, cheia de exageros intencionais, danças improvisadas e situações que desafiam qualquer lógica, mas que, por trás do humor escrachado, lança uma mensagem de convivência e aceitação.











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