Nele, humanos e uma raça alienígena chamada CIMA mantêm um conflito antigo: os CIMA alimentam-se da esperança humana, e para isso capturam pessoas e as aprisionam em labirintos dimensionais criados por eles.
O jogador assume o papel de Ark J (junto com Ivy, sua parceira), dois “Gate Guardians” encarregados de proteger os humanos desses ataques. A trama começa quando um trem que transporta colonos é sugado para dentro de um desses portais, mergulhando todo mundo num mundo estranho e hostil. Ark e Ivy são então responsáveis por resgatar os colonos presos nos calabouços dos CIMA e buscar um caminho de volta para casa.
No gameplay, você atravessa níveis estilo labirinto, combate monstros em tempo real e enfrenta desafios de quebra-cabeça e obstáculos ambientais. Um aspecto central é gerenciar e guiar os NPCs (os colonos) — cada personagem resgatado possui habilidades próprias (um pode ter função de curandeiro, outro de ferreiro, etc.) e também um nível de “confiança” nos Guardians, que pode subir ou descer dependendo de como você cuida deles e dos eventos do jogo. Se algum colono morrer, é fim de jogo, então proteger todos é crucial.
Embora seja classificado como RPG, CIMA: The Enemy se afasta de algumas convenções tradicionais do gênero: não há sistema de níveis, nem lojas ou compra de equipamentos. O foco recai sobre a coordenação do grupo, a sobrevivência dos NPCs, a resolução dos labirintos e o combate estratégico. A ambientação utiliza uma perspectiva isométrica e visuais em pixel art, enquanto a história se desenvolve por meio de diálogos e decisões que testam moralidade, sacrifício e o sentido da missão.











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