O jogo se passa em um mundo subterrâneo sombrio e claustrofóbico, criado após o sol do planeta ter se apagado, forçando todas as raças — humanos, goblins, trolls, serpentes e outras criaturas — a se refugiarem em cavernas profundas para sobreviver.
O enredo gira em torno de um protagonista amnésico que desperta nas profundezas da terra, descobrindo lentamente que tem um papel crucial no destino do mundo. À medida que a história avança, o jogador descobre uma trama que envolve o renascimento do deus do caos, Akbaa, e deve impedir esse retorno apocalíptico.
A jogabilidade combina exploração, resolução de quebra-cabeças, combate e um sistema de magia inovador, onde o jogador desenha runas com o controle para lançar feitiços. Apesar da limitação do controle em relação ao mouse do PC, a versão de Xbox adapta bem esse sistema. O ambiente é denso, imersivo e altamente interativo, com muitas possibilidades de ação e liberdade de abordagem. O tom sombrio e a ambientação claustrofóbica reforçam a atmosfera de mistério e tensão constante.
Com forte influência de jogos como Ultima Underworld, Arx Fatalis é considerado um precursor espiritual de títulos posteriores da Arkane, como Dishonored e Prey. Seu mundo detalhado, sistema de magia único e ênfase em liberdade de ação o tornaram um título cult, especialmente entre fãs de RPGs mais complexos e atmosféricos.












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