Lançado em 2007, ele é uma continuação direta de The Legend of Zelda: The Wind Waker, mantendo o estilo visual em cel-shading e a atmosfera leve e marítima. A história acompanha Link em uma jornada para resgatar sua amiga Tetra, que foi transformada em pedra e raptada por um navio fantasma. Para isso, ele se alia ao capitão Linebeck e navega pelos mares em busca de pistas, mapas e templos misteriosos.
O jogo é fortemente centrado na exploração de ilhas, resolução de quebra-cabeças e batalhas em tempo real. Um dos elementos centrais é o Templo do Rei do Oceano, que deve ser visitado repetidamente ao longo do jogo. Nele, Link utiliza a Areia do Tempo em uma ampulheta mágica para resistir a uma névoa venenosa que permeia o local. Cada visita ao templo permite ir mais fundo, exigindo raciocínio rápido e uso eficiente do tempo disponível.
O controle do jogo é totalmente baseado na tela sensível ao toque do Nintendo DS. O jogador move Link, traça rotas para o navio e interage com o ambiente usando a stylus, o que introduz uma maneira inovadora de jogar dentro da série. Essa mecânica única, aliada ao charme gráfico e ao ritmo ágil da aventura, fez com que Phantom Hourglass fosse bem recebido tanto pela crítica quanto pelos fãs.
The Legend of Zelda Phantom Hourglass combina a fórmula clássica de Zelda com novas formas de interação, criando uma experiência envolvente e acessível, especialmente pensada para o hardware portátil da época.











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