Ele é a sequência direta de Ocarina of Time, e traz uma proposta mais sombria e melancólica dentro da franquia. A história acompanha Link, o herói do tempo, que se vê transportado para o mundo paralelo de Termina, um lugar ameaçado pela queda iminente da Lua, que colidirá com o planeta em apenas três dias. A atmosfera do jogo é carregada de tensão, tristeza e temas como perda, medo e redenção.
Ao contrário de outros títulos da série, o jogo gira em torno de um ciclo temporal de 72 horas (em tempo do jogo), que o jogador precisa reiniciar repetidamente usando a Canção do Tempo. Essa mecânica cria uma sensação constante de urgência, mas também permite que o jogador aprenda padrões, resolva enigmas e ajude os habitantes de Termina em suas rotinas e problemas, muitos dos quais refletem sentimentos humanos profundos.
Majora’s Mask se destaca também pelo sistema de máscaras mágicas, que concedem a Link diferentes habilidades e transformações, sendo as mais marcantes aquelas que o transformam em Deku, Goron ou Zora, criaturas típicas do universo da série. Cada forma possui habilidades únicas que são essenciais para a exploração dos templos e a resolução dos desafios do jogo.
A estética visual, a trilha sonora melancólica e os personagens memoráveis reforçam o tom único do jogo, tornando Majora’s Mask uma experiência distinta dentro da franquia Zelda. The Legend of Zelda Majora’s Mask é frequentemente lembrado por seu enredo denso, atmosfera opressora e abordagem inovadora do tempo, conquistando uma base fiel de fãs e sendo considerado por muitos como uma das obras mais ousadas da Nintendo.











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